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Mostrando postagens de outubro, 2014

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A noite ainda está iniciando, mas eu já  estou a mil por hora. Meu corpo não vê a hora de arrancar sua roupa e te jogar na cama... Hum... Mordo meu lábio inferior só em pensar. Apesar de poucos encontros que tivemos Genevieve, eu sei que você quer o mesmo que eu. Você quer o meu corpo e eu também quero o seu. Por isso não quero mais esperar. Sei que hoje mais cedo tivemos alguns problemas, mas ainda bem que já está resolvido. Espero que isso seja tão saboroso quanto eu imagino. --------------------- Mais cedo no mesmo dia --------------------- Maldita escolha fiz hoje. Essa tarde foi quente. O que jovens apaixonados e abobalhados podem fazer numa tarde quente? Coisas obscenas me vem a cabeça, mas eu quis falar sobre tomar sorvete. Sorvete poderia ser a solução para o problema do calor, mas a escolha da sorveteria não trouxe soluções, mas muitos problemas. — Tem certeza que essa sorveteria é boa? — Você perguntou confusa. — Sim. Eu sempre vinha aqui com Pi... — Inter...

Sem Nome (+18)

Feixes de luz batiam nos meus olhos, o que me fez acordar. Percebi que estava em um lugar desconhecido, um quarto de hotel, eu acho. Tentei me mexer, mas logo vi que estava amarrada, na verdade algemada à cabeceira da cama. Meus pulsos já estavam doloridos. Devo ter passado bastante tempo com aquelas algemas. Procuro com os olhos meu celular e não acho. Não me lembro de como fui parar ali daquele jeito. Olhei para a janela e vi o sol brilhar, minha cabeça doeu então supus que tinha bebido. Virei para o outro lado do quarto e vi uma silhueta masculina, mas quem era aquele homem? Não fazia a menor ideia. Tive um lapso da noite anterior. Eu estava ali mesmo, só que eu estava fazendo sexo loucamente com este cara. Algo de movimentou no quarto. O homem saiu de seu lugar e veio até mim. — Bom dia dorminhoca! — Falou ele, vindo com algo em suas mãos. — Bom dia... — Respondi. — Onde estou? — No meu quarto. No hotel Park Spings. — Ah. Posso lhe fazer duas pergun...

Pombina - Una Telenovela Mexicana

Ali, no parapeito do prédio, duas pombas brancas passeiam e andam de um lado para o outro, frenéticas. Não sabiam elas que estavam sendo observadas por humanos que imaginavam o que passavam por suas mentes. Uma história de amor e ódio surgiu a partir dali, e como sua protagonista, a doce e irregular Pombina, a pomba branca mais graciosa do parapeito. - Meu Amor, cheguei! - Gritou Pombina. - Pombina, ainda bem que você chegou. Tem acontecido coisas estranhas aqui em casa hoje. - Disse Pombeu, seu marido. - Coisas? Que tipo de coisas? - Perguntou ela. - Eu senti a presença de outro alguém aqui durante toda a manhã. - Pombeu rotacionou a cabeça em 30°. - Acho que estamos sendo observados. - Deixe de ser maluco meu amor. Não tem ninguém aqui. Só nós. O silêncio pairou durante alguns segundos. - Você não tinha que pegar alguma coisa para comer Pombeu? - Oh... Quase me esqueci. Volto em alguns minutos. E Pombeu bateu as asas e voou do parapeito. Poucos segundos depois ...