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Sem Nome (+18)

Feixes de luz batiam nos meus olhos, o que me fez acordar. Percebi que estava em um lugar desconhecido, um quarto de hotel, eu acho. Tentei me mexer, mas logo vi que estava amarrada, na verdade algemada à cabeceira da cama. Meus pulsos já estavam doloridos. Devo ter passado bastante tempo com aquelas algemas. Procuro com os olhos meu celular e não acho. Não me lembro de como fui parar ali daquele jeito. Olhei para a janela e vi o sol brilhar, minha cabeça doeu então supus que tinha bebido. Virei para o outro lado do quarto e vi uma silhueta masculina, mas quem era aquele homem? Não fazia a menor ideia. Tive um lapso da noite anterior. Eu estava ali mesmo, só que eu estava fazendo sexo loucamente com este cara.
Algo de movimentou no quarto. O homem saiu de seu lugar e veio até mim.
— Bom dia dorminhoca! — Falou ele, vindo com algo em suas mãos.
— Bom dia... — Respondi. — Onde estou?
— No meu quarto. No hotel Park Spings.
— Ah. Posso lhe fazer duas perguntas? — Perguntei-lhe.
Ele colocou um morango em minha boca, depois um em sua boca e lambeu os dedos.
— Pode. — Respondeu. 
— Quem é você? E como eu vim parar aqui?
— Você não lembra? — Perguntou o homem desconhecido.
— Não. — Respondi ríspida.
Ele riu. Seu sorriso era lindo. Sua face era perfeita. Descendo um pouco olhar, eu podia notar seu delicioso corpo.
— Bom. Meu nome é Chad Walker. Nos conhecemos ontem no bar aqui do hotel. Você veio falar comigo, então ficamos conversando por horas e depois de bater muito papo e beber, resolvemos subir.  Não se lembra de nada disso?
— Não. Só me lembro do que fizemos aqui na cama. — Falei um pouco envergonhada.
— Foi bom para você? — Disse ele, dando uma risadinha maliciosa quando percebeu que eu corei com sua pergunta.
Eu não iria responder aquela pergunta, apesar de ter sido ótimo, eu acho. Precisei logo mudar de assunto.
— Pode me soltar? — Perguntei.
— Claro! — Respondeu ele.
Chad se esticou por cima de mim e pegou as minúsculas chaves que estavam na gaveta de uma cômoda ao lado da cama.
— Se você quiser, podemos manter contato e... — Começou ele.
— Não sei... — Eu o interrompi. — Isso tudo não é muito minha cara. Valeu pela noite, mas...
— Entendi. — Disse ele.
Localizei minhas roupas espalhadas pelo quarto e peguei-as. Só em pensar no que eu tinha feito... Arrepio-me toda. Peça por peça vou vestindo minha roupa e só depois de estar completamente vestida, dirijo-me à porta.
— Ok então. A gente se vê por aí, né? — Disse ele num tom de decepção.
— Certo. Quem sabe.
— Espere... — Disse Chad, pondo-se atrás de mim.
— Porque? — Assim que me virei, Chad me beijou com vontade.
Eu estava pensando em ficar parada, mas não consegui. Seus lábios quentes pressionados deliciosamente sobre os meus, seu corpo esculpido ali colado no meu... Beijei-o com prazer enquanto nós dois encostávamos na porta. Chad me segurou nos braços e percebi que nós não íamos ficar só nos beijos. Ele arrancou minha blusa, desabotoou a minha calça e me jogou na cama. Aos poucos ele começou a abaixar o zíper da sua calça e ficou só de cueca. Aquele corpo faria qualquer mulher delirar, mas estava ali, somente para mim. Vagarosamente ele engatinhou na cama, vindo cada vez para mais perto de mim. Ele começou a dar beijos nas minhas pernas e foi subindo... Subindo. Beijou meu umbigo e continuou a subir, beijou o espaço entre meus seios e subiu até chegar a minha boca. Nossas línguas estavam em perfeita sintonia, seu beijo era ardente, apaixonado, não me lembro mais o porquê de eu querer ir embora. Pude sentir seu membro pressionando-me contra a cama. Meu Deus como era bom. Chad segurou meus pulsos e afastou-os de meu corpo, eu estava indefesa. Queria passar a mão por todo seu corpo, mas ele não deixava.  Num momento de descuido consigo virá-lo e fico por cima. Ele geme. Recomeço a beijá-lo e minha mão passeia por todo o seu corpo, como eu desejava. Ele já tinha me dado muito prazer, então achei que era hora de retribuir. Aos poucos fui descendo minha cabeça, beijando cada centímetro daquele corpo. Seus músculos retesavam com o toque dos meus lábios. Ele sabia qual era a minha intenção, então segurou meu rabo de cavalo e guiou-me até o prêmio. Aquilo era lindo. Chad gemeu alto e segurou mais forte o meu cabelo. Eu sabia que ele estava em seu ápice, mas eu só estava começando. Voltei a minha posição inicial e sentei sobre ele. E com movimentos intensos nos unimos em um só. Mas algo estava errado, uma luz vinda de trás dele começou a brilhar cada vez mais forte me forçando a colocar a mão sobre os olhos. Chad se afastou e tudo começou a clarear, cada vez mais e quando ficou tudo muito claro eu despertei e percebi que tudo não passou de um sonho: Chad, nosso beijo e o seu corpo.

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