ATENÇÃO: O seguinte texto pode ser altamente periculoso para mentes medíocres. Os mesmos, favor se retirarem do recinto.
Não me compreendo. Choro ao saber que posso estar me tornando unilateral. Seria melhor a vida dos outros se minha presença não existisse? Se eu simplesmente não passasse de um delírio? Mas tudo isso pode ser uma ilusão. Toda essa vida pode ser pura imaginação. Uma imaginação sádica e doentia. Eu não existo de verdade. Somente estou dentro da cabeça de alguem que precisa ser ouvido. Seria mais respeitável se tudo isso acabasse de uma vez. Que toda essa ilusão, que sinceramente está mais para desilusão, se esvazie de uma vez como bexiga. O rio da razão nunca está certo o suficiente. Sempre tem algo que foge a lógica, mas lógicamente é perfeitamente ilógico tentar entendê-lo. Quero dizer que tudo que vivemos é meramente irreal. Nossa relação é uma farsa. A vida á uma farsa. O destino não passa de um filho da mãe que está tentando nos matar. Por sorte temos algo que nos dá a epifania divina: O dejavú. Por mais que seja estranho, o dejavú é o único elemento que nos faz pensar de verdade. Nossa mente cria um "o que" tão grande, que chegamos a perceber que aquilo já se passou em alguma época passada. Ainda que eu sei dessa existência sofrida ao excesso, nunca poderei me libertar. Na verdade, estou equivocado. Há um modo de libertação dessa maldita farsa, mas é um caminho sem volta: A MORTE. Somente depois de passar por ela, podemos realmente gozar da liberdade. Eu não quero saber quem fez o que. Minha existência já está totalmente sendo martirizada desde o momento em que me puseram no mundo, e hoje uma das coisas mais esperadas para meu futuro é a morte. A doce, fria e bela morte.
Não me compreendo. Choro ao saber que posso estar me tornando unilateral. Seria melhor a vida dos outros se minha presença não existisse? Se eu simplesmente não passasse de um delírio? Mas tudo isso pode ser uma ilusão. Toda essa vida pode ser pura imaginação. Uma imaginação sádica e doentia. Eu não existo de verdade. Somente estou dentro da cabeça de alguem que precisa ser ouvido. Seria mais respeitável se tudo isso acabasse de uma vez. Que toda essa ilusão, que sinceramente está mais para desilusão, se esvazie de uma vez como bexiga. O rio da razão nunca está certo o suficiente. Sempre tem algo que foge a lógica, mas lógicamente é perfeitamente ilógico tentar entendê-lo. Quero dizer que tudo que vivemos é meramente irreal. Nossa relação é uma farsa. A vida á uma farsa. O destino não passa de um filho da mãe que está tentando nos matar. Por sorte temos algo que nos dá a epifania divina: O dejavú. Por mais que seja estranho, o dejavú é o único elemento que nos faz pensar de verdade. Nossa mente cria um "o que" tão grande, que chegamos a perceber que aquilo já se passou em alguma época passada. Ainda que eu sei dessa existência sofrida ao excesso, nunca poderei me libertar. Na verdade, estou equivocado. Há um modo de libertação dessa maldita farsa, mas é um caminho sem volta: A MORTE. Somente depois de passar por ela, podemos realmente gozar da liberdade. Eu não quero saber quem fez o que. Minha existência já está totalmente sendo martirizada desde o momento em que me puseram no mundo, e hoje uma das coisas mais esperadas para meu futuro é a morte. A doce, fria e bela morte.
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